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1ª edição do Projeto Júri Simulado abordou o uso das obras de Monteiro Lobato nas escolas

Na última quarta-feira, 22 de junho, alunos das 2ªs séries do Ensino Médio do Colégio Oficina do Estudante finalizaram a 1ª edição do Projeto Júri Simulado, participando de uma simulação de um tribunal de júri. O tema desse projeto foi: "Monteiro Lobato no banco dos réus: suas obras devem ser tiradas de circulação das escolas brasileiras?".

Os estudantes estavam divididos em três grupos, que tinham diferentes posições em relação ao tema: a acusação pedia a retirada das obras; a defesa defendia sua permanência; e o júri popular deveria acolher os argumentos apresentados de forma isenta e escolher a tese vencedora no tribunal.

A atividade foi acompanhada pelo professor de Direito Penal da Unitá Faculdade, Fabrizio Rosa, que comparou o que foi visto nesta dinâmica com a experiência que ele teve como estudante em Harvard, nos Estados Unidos. Ele elogiou a qualidade da arguição dos estudantes.

Juntamente com o grupo do júri, Fabrizio ajudou nas considerações e na deliberação final, que foi favorável ao grupo da defesa.

“Os estudantes se saíram muito bem, apresentando argumentos adequadamente elaborados e atuando em uma performance completa, tal como os melhores advogados. As vestimentas, postura e vocabulário jurídico ajudaram a criar um ambiente de imersão e envolvimento na simulação”, analisou Vanessa Bottasso Valentini, professora de Redação da Oficina e responsável pelo projeto.  


Na última quarta-feira, 22 de junho, alunos das 2ªs séries do Ensino Médio do Colégio Oficina do Estudante finalizaram a 1ª edição do Projeto Júri Simulado, participando de uma simulação de um tribunal de júri. O tema desse projeto foi: "Monteiro Lobato no banco dos réus: suas obras devem ser tiradas de circulação das escolas brasileiras?".

Os estudantes estavam divididos em três grupos, que tinham diferentes posições em relação ao tema: a acusação pedia a retirada das obras; a defesa defendia sua permanência; e o júri popular deveria acolher os argumentos apresentados de forma isenta e escolher a tese vencedora no tribunal.

A atividade foi acompanhada pelo professor de Direito Penal da Unitá Faculdade, Fabrizio Rosa, que comparou o que foi visto nesta dinâmica com a experiência que ele teve como estudante em Harvard, nos Estados Unidos. Ele elogiou a qualidade da arguição dos estudantes.

Juntamente com o grupo do júri, Fabrizio ajudou nas considerações e na deliberação final, que foi favorável ao grupo da defesa.

“Os estudantes se saíram muito bem, apresentando argumentos adequadamente elaborados e atuando em uma performance completa, tal como os melhores advogados. As vestimentas, postura e vocabulário jurídico ajudaram a criar um ambiente de imersão e envolvimento na simulação”, analisou Vanessa Bottasso Valentini, professora de Redação da Oficina e responsável pelo projeto.