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Tira Dúvidas

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Hormônio que traz benefícios da atividade física

20 de Janeiro de 2012

Um hormônio natural, presente no corpo humano, é o responsável por gerar alguns dos principais benefícios trazidos pela atividade física. A irisina foi identificada e descrita por um estudo da Faculdade de Medicina Harvard publicado na edição desta semana da revista científica “Nature”.


A descoberta não significa que uma pílula vá substituir a academia, pois o hormônio não fortalece os músculos. Contudo, ele é sim um candidato para o tratamento da obesidade, da diabetes e de outros problemas, incluindo o câncer.


Quando os níveis de irisina são elevados pelo exercício – ou no caso do estudo, pela injeção de hormônio em camundongos –, ela aciona genes que transformam a gordura branca, comum, em gordura marrom. A gordura marrom queima mais calorias em excesso do que o próprio exercício.


“Havia um sentimento nesse campo de que o exercício ‘conversa’ com vários tecidos no corpo. A pergunta era: como?”, disse Bruce Spiegelman, que liderou a pesquisa, em material divulgado pela faculdade.

Segundo os pesquisadores, não há sinais de efeitos tóxicos nos animais testados, até porque a quantidade injetada foi semelhante à que é liberada pela atividade física. Um remédio à base desse hormônio não deve ser testado em menos de dois anos.



Um hormônio natural, presente no corpo humano, é o responsável por gerar alguns dos principais benefícios trazidos pela atividade física. A irisina foi identificada e descrita por um estudo da Faculdade de Medicina Harvard publicado na edição desta semana da revista científica “Nature”.


A descoberta não significa que uma pílula vá substituir a academia, pois o hormônio não fortalece os músculos. Contudo, ele é sim um candidato para o tratamento da obesidade, da diabetes e de outros problemas, incluindo o câncer.


Quando os níveis de irisina são elevados pelo exercício – ou no caso do estudo, pela injeção de hormônio em camundongos –, ela aciona genes que transformam a gordura branca, comum, em gordura marrom. A gordura marrom queima mais calorias em excesso do que o próprio exercício.


“Havia um sentimento nesse campo de que o exercício ‘conversa’ com vários tecidos no corpo. A pergunta era: como?”, disse Bruce Spiegelman, que liderou a pesquisa, em material divulgado pela faculdade.

Segundo os pesquisadores, não há sinais de efeitos tóxicos nos animais testados, até porque a quantidade injetada foi semelhante à que é liberada pela atividade física. Um remédio à base desse hormônio não deve ser testado em menos de dois anos.