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Orientação Vocacional

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Projeto de vida profissional...

06 de Junho de 2017

Por Priscila Gil Neto
Psicóloga do Colégio Oficina do Estudante

Quem nunca passou por uma crise em um período de grandes escolhas que erga a mão!

Para essas pessoas, podemos por meio do processo de Orientação Profissional ajudá-las a definir um projeto de vida.

Sim! Projeto de vida. Que nada mais é do que um olhar voltado para si, seus valores, aptidões, o que gosta ou não, estimulando o contato com as próprias certezas e incertezas.

Isso é importante para que se possa ordenar a importância que cada item tem em sua vida e entender que as escolhas estarão cada vez mais presentes, que o escolher tem a ver com o momento vivido, e, ao entrar em contato com o que num primeiro momento parece muito afastado e inacessível, na verdade nos aproxima de nós mesmos, e, o autoconhecimento, mesmo que superficial, agrega no processo de escolha, seja ele aos 17 ou aos 50.

Imagine, por quantos conflitos os jovens e adolescentes passam; além das “crises” existenciais oriundas da própria idade, eles ainda devem pensar num futuro que ainda nem tiveram contato. Há questões imediatas e urgentes que fervilham em seus corpos e mentes.

Por isso quando o ano do vestibular se aproxima e devem escolher a carreira, as crises se potencializam. Trata-se de uma pesada escolha, alavancada por pressões externas e as mais implacáveis delas: as internas.

Como contraditórios que são não param para refletir sobre o assunto e sobre si e não conseguem lidar com os próprios questionamentos às vezes por não admitirem que precisam de ajuda para lidar com essas situações ou por acreditarem que não se faz necessário, esperam que, como mágica, a decisão surja.

Faz parte do momento! Esse é o mundo adolescente, onde tudo é contraditório e pensar em futuro é pensar no que fazer amanhã.

Segundo o psicólogo Léo Fraiman em seu livro GPS Profissional, a profissão escolhida agora não será necessariamente a que a pessoa deverá exercer para a vida toda; ao longo da trajetória, outras possibilidades poderão ser descobertas, ou, então, aquela opção que um dia esteve em pauta retornará assumindo a prioridade de vida naquele momento. Em outros casos, a pessoa segue fiel e feliz ao projeto de vida que foi construído anos antes, edificando as escolhas de uma vida.

Analisando as escolhas seja, em primeira estância (período de vestibular), ou executando o que lhe satisfaz por anos, independente das decisões profissionais, todos passam por dúvidas e questionamentos, mas o mais importante é entender que recomeçar é sempre uma opção.

Para que se dê início ao projeto de vida, há algumas perguntas que o próprio indivíduo pode se fazer, na tentativa de buscar o autoconhecimento e elencar de forma mais coesa suas escolhas de vida:

Quais as maiores habilidades que possui que poderiam influenciar na futura profissão?

Quais as matérias que mais se identifica ou identificou ao longo da vida acadêmica?

O que gostaria de fazer como trabalho?

O que precisa para se sentir bem?

Qual ambiente de trabalho ficaria à vontade?

Que tipo de público atenderia?

E tantas outras que surgirão... Quanto mais respostas conseguir de si, mais perto de se conhecer e ter um Projeto de Vida.

Boa Escolha!


Por Priscila Gil Neto
Psicóloga do Colégio Oficina do Estudante

Quem nunca passou por uma crise em um período de grandes escolhas que erga a mão!

Para essas pessoas, podemos por meio do processo de Orientação Profissional ajudá-las a definir um projeto de vida.

Sim! Projeto de vida. Que nada mais é do que um olhar voltado para si, seus valores, aptidões, o que gosta ou não, estimulando o contato com as próprias certezas e incertezas.

Isso é importante para que se possa ordenar a importância que cada item tem em sua vida e entender que as escolhas estarão cada vez mais presentes, que o escolher tem a ver com o momento vivido, e, ao entrar em contato com o que num primeiro momento parece muito afastado e inacessível, na verdade nos aproxima de nós mesmos, e, o autoconhecimento, mesmo que superficial, agrega no processo de escolha, seja ele aos 17 ou aos 50.


Imagine, por quantos conflitos os jovens e adolescentes passam; além das “crises” existenciais oriundas da própria idade, eles ainda devem pensar num futuro que ainda nem tiveram contato. Há questões imediatas e urgentes que fervilham em seus corpos e mentes.

Por isso quando o ano do vestibular se aproxima e devem escolher a carreira, as crises se potencializam. Trata-se de uma pesada escolha, alavancada por pressões externas e as mais implacáveis delas: as internas.


Como contraditórios que são não param para refletir sobre o assunto e sobre si e não conseguem lidar com os próprios questionamentos às vezes por não admitirem que precisam de ajuda para lidar com essas situações ou por acreditarem que não se faz necessário, esperam que, como mágica, a decisão surja.

Faz parte do momento! Esse é o mundo adolescente, onde tudo é contraditório e pensar em futuro é pensar no que fazer amanhã.

Segundo o psicólogo Léo Fraiman em seu livro GPS Profissional, a profissão escolhida agora não será necessariamente a que a pessoa deverá exercer para a vida toda; ao longo da trajetória, outras possibilidades poderão ser descobertas, ou, então, aquela opção que um dia esteve em pauta retornará assumindo a prioridade de vida naquele momento. Em outros casos, a pessoa segue fiel e feliz ao projeto de vida que foi construído anos antes, edificando as escolhas de uma vida.

Analisando as escolhas seja, em primeira estância (período de vestibular), ou executando o que lhe satisfaz por anos, independente das decisões profissionais, todos passam por dúvidas e questionamentos, mas o mais importante é entender que recomeçar é sempre uma opção.

Para que se dê início ao projeto de vida, há algumas perguntas que o próprio indivíduo pode se fazer, na tentativa de buscar o autoconhecimento e elencar de forma mais coesa suas escolhas de vida:

Quais as maiores habilidades que possui que poderiam influenciar na futura profissão?

Quais as matérias que mais se identifica ou identificou ao longo da vida acadêmica?

O que gostaria de fazer como trabalho?

O que precisa para se sentir bem?

Qual ambiente de trabalho ficaria à vontade?

Que tipo de público atenderia?

E tantas outras que surgirão... Quanto mais respostas conseguir de si, mais perto de se conhecer e ter um Projeto de Vida.

Boa Escolha!

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