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Jornalista preso e torturado na Síria realiza palestra na Oficina do Estudante

Preso e torturado por seis dias na Síria, o jornalista brasileiro Klester Cavalcante contou detalhes da perigosa e emocionante experiência que viveu durante a cobertura da guerra no país árabe, em palestra realizada no Colégio Oficina do Estudante, em Campinas – SP.

Durante o encontro, Klester detalhou tudo o que viu e viveu, fatos chocantes que presenciou e como sobreviveu aos seis dias de sofrimento e tortura na penitenciária central da cidade de Homs, na Síria. O brasileiro chegou a dividir uma cela com outros 20 detentos e em meio a angústia escreveu sobre as suas sensações, seus medos e suas amizades, que aos poucos construiu neste cenário adverso.

Sua marcante história rendeu um livro: “Dias de Inferno na Síria”, lançado pela Editora Benvirá. Ganhador de dois prêmios Jabuti, um dos mais importantes da literatura, Klester chegou à Síria em maio de 2012 para registrar o conflito que começara em março de 2011.

Até hoje, Klester Cavalcanti foi o único jornalista brasileiro a entrar em Homs, a terceira maior cidade da Síria e uma das mais afetadas pela guerra


Preso e torturado por seis dias na Síria, o jornalista brasileiro Klester Cavalcante contou detalhes da perigosa e emocionante experiência que viveu durante a cobertura da guerra no país árabe, em palestra realizada no Colégio Oficina do Estudante, em Campinas – SP.

Durante o encontro, Klester detalhou tudo o que viu e viveu, fatos chocantes que presenciou e como sobreviveu aos seis dias de sofrimento e tortura na penitenciária central da cidade de Homs, na Síria. O brasileiro chegou a dividir uma cela com outros 20 detentos e em meio a angústia escreveu sobre as suas sensações, seus medos e suas amizades, que aos poucos construiu neste cenário adverso.


Sua marcante história rendeu um livro: “Dias de Inferno na Síria”, lançado pela Editora Benvirá. Ganhador de dois prêmios Jabuti, um dos mais importantes da literatura, Klester chegou à Síria em maio de 2012 para registrar o conflito que começara em março de 2011.

Até hoje, Klester Cavalcanti foi o único jornalista brasileiro a entrar em Homs, a terceira maior cidade da Síria e uma das mais afetadas pela guerra