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Top 10 inadequações gramaticais (ou não) em redações – Parte 1

20 de Fevereiro de 2013

Top 10 inadequações gramaticais (ou não) em redações – Parte 1



E aí, gente! Tudo bom com vocês? Com a aproximação das provas de redação dos vestibulares de meio de ano, o Gramaticando dá uma dica para vocês focando em redação. Na sua nota dessa prova, uma parte será atribuída de acordo com seu bom domínio da norma culta do idioma. Nossa intenção nestes próximos dois textos é dizer para vocês os dez erros mais comuns nas redações e como solucioná-los. Vamos a eles?



Número 10 – Clichês



Evite clichês/chavões (como expressões cristalizadas, ditados populares e coisas do tipo), a não ser que você os explique logo em seguida. Sempre o relacione com o contexto.



Exemplo do que NÃO deve ser feito: É difícil mudar a situação da educação no Brasil. Mas não podemos esquecer: água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.



Número 9 – Tem que ter título?



É muito comum os redatores terem dúvidas sobre o texto ter que ter título ou não. Em caso de dissertações, sua proposta de redação dirá se deve colocar ou não. Caso ela não exija, o título não será avaliado. Caso peça, será avaliado. Não se esqueça de colocá-lo. Nos outros casos, use o bom senso. Segue uma lista de gêneros mais comuns e se possui título, ou não:










Reportagem – Sim

Editorial – Sim

Discurso – Não

E-mail – Não (assunto não é título)

Artigo – Sim

Comentário – Não

Relato – Depende. Recomendado.

Crônica – Sim

Manifesto – Depende. Se for escrito, sim. Se for falado, não.

Resenha – Sim



Número 8 – A Autoajuda.



Textos dissertativos não são os que devem apresentar comentários de senso comum ou conselhos a seu interlocutor. Aliás, nem mesmo interlocutor há nesse tipo de texto. Prefira as ações pontuais ao típico “temos que dar as mãos e nos unir” (na verdade, nem mesmo recomendo o uso de primeira pessoa do plural, pode-se cometer algum erro caso mal empregada).



Exemplos do que NÃO deve ser feito: É necessária a conscientização sobre a orientação profissional. Temos que valorizar a hora de escolher o emprego. Quantas pessoas não são infelizes em seu trabalho? Quantas pessoas não querem se demitir? Quantas pessoas não odeiam sua carreira? A vida é uma só, aproveite-a!



Número 7 – Atualmente



“ATUALMENTE, NOS DIAS DE HOJE, NA SOCIEDADE PÓS-MODERNA EM QUE ESTAMOS INSERIDOS, os alunos iniciam as dissertações com um advérbio de tempo”. Tal construção não é recomendada, uma vez que o uso desse advérbio junto a um verbo no presente pode ser redundante.



Pior. Pode significar que antigamente isso não acontecia, acontece apenas agora. Seu texto pode ficar (além de clichê) incoerente.



Exemplo do que NÃO deve ser feito: Atualmente, existem muitos casos de trabalho escravo no país. (Repare, então quer dizer que antes não existiam? Nem mesmo na época da escravidão???)


Número 6 – Onde



Onde indica LUGAR. Só e somente só LUGAR. Não use essa palavra para indicar outra coisa que não seja um lugar físico ao qual se pode ir.



Exemplos do que NÃO deve ser feito:

A língua é onde nos encontramos enquanto sujeito.

A Revolução Industrial é o momento onde a burguesia ganhou força.

A palavra oxítona é onde a sílaba tônica é a última.

Prometem evitar tais erros? Os próximos cinco serão ainda mais frequentes e costumam descontar mais pontos ainda que esses.



Qualquer dúvida, mande um e-mail.



Um beijo no coração e até a próxima.



Ivan Perina, Professor de Língua Portuguesa, Graduando em Letras pela UNICAMP

Top 10 inadequações gramaticais (ou não) em redações – Parte 1



E aí, gente! Tudo bom com vocês? Com a aproximação das provas de redação dos vestibulares de meio de ano, o Gramaticando dá uma dica para vocês focando em redação. Na sua nota dessa prova, uma parte será atribuída de acordo com seu bom domínio da norma culta do idioma. Nossa intenção nestes próximos dois textos é dizer para vocês os dez erros mais comuns nas redações e como solucioná-los. Vamos a eles?



Número 10 – Clichês



Evite clichês/chavões (como expressões cristalizadas, ditados populares e coisas do tipo), a não ser que você os explique logo em seguida. Sempre o relacione com o contexto.



Exemplo do que NÃO deve ser feito: É difícil mudar a situação da educação no Brasil. Mas não podemos esquecer: água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.



Número 9 – Tem que ter título?



É muito comum os redatores terem dúvidas sobre o texto ter que ter título ou não. Em caso de dissertações, sua proposta de redação dirá se deve colocar ou não. Caso ela não exija, o título não será avaliado. Caso peça, será avaliado. Não se esqueça de colocá-lo. Nos outros casos, use o bom senso. Segue uma lista de gêneros mais comuns e se possui título, ou não:










Reportagem – Sim

Editorial – Sim

Discurso – Não

E-mail – Não (assunto não é título)

Artigo – Sim

Comentário – Não

Relato – Depende. Recomendado.

Crônica – Sim

Manifesto – Depende. Se for escrito, sim. Se for falado, não.

Resenha – Sim



Número 8 – A Autoajuda.



Textos dissertativos não são os que devem apresentar comentários de senso comum ou conselhos a seu interlocutor. Aliás, nem mesmo interlocutor há nesse tipo de texto. Prefira as ações pontuais ao típico “temos que dar as mãos e nos unir” (na verdade, nem mesmo recomendo o uso de primeira pessoa do plural, pode-se cometer algum erro caso mal empregada).



Exemplos do que NÃO deve ser feito: É necessária a conscientização sobre a orientação profissional. Temos que valorizar a hora de escolher o emprego. Quantas pessoas não são infelizes em seu trabalho? Quantas pessoas não querem se demitir? Quantas pessoas não odeiam sua carreira? A vida é uma só, aproveite-a!



Número 7 – Atualmente



“ATUALMENTE, NOS DIAS DE HOJE, NA SOCIEDADE PÓS-MODERNA EM QUE ESTAMOS INSERIDOS, os alunos iniciam as dissertações com um advérbio de tempo”. Tal construção não é recomendada, uma vez que o uso desse advérbio junto a um verbo no presente pode ser redundante.



Pior. Pode significar que antigamente isso não acontecia, acontece apenas agora. Seu texto pode ficar (além de clichê) incoerente.



Exemplo do que NÃO deve ser feito: Atualmente, existem muitos casos de trabalho escravo no país. (Repare, então quer dizer que antes não existiam? Nem mesmo na época da escravidão???)


Número 6 – Onde



Onde indica LUGAR. Só e somente só LUGAR. Não use essa palavra para indicar outra coisa que não seja um lugar físico ao qual se pode ir.



Exemplos do que NÃO deve ser feito:

A língua é onde nos encontramos enquanto sujeito.

A Revolução Industrial é o momento onde a burguesia ganhou força.

A palavra oxítona é onde a sílaba tônica é a última.

Prometem evitar tais erros? Os próximos cinco serão ainda mais frequentes e costumam descontar mais pontos ainda que esses.



Qualquer dúvida, mande um e-mail.



Um beijo no coração e até a próxima.



Ivan Perina, Professor de Língua Portuguesa, Graduando em Letras pela UNICAMP

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