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Círculo de Fogo do Pacífico

20 de Agosto de 2019

Por Rodolfo F. Alves Pena
Mundo Educação/ UOL 

O Círculo de Fogo do Pacífico – também conhecido como Anel de Fogo do Pacífico – é uma zona de elevada instabilidade geológica, cuja forma possui um aspecto de curvatura em ferradura ao longo do maior oceano do mundo. Com mais de 40 mil quilômetros de extensão, ele situa-se a oeste das Américas e a leste da Ásia e da Oceania. Observe o mapa a seguir:

O Círculo de Fogo do Pacífico é formado por uma série de fossas geológicas encontrada no fundo do oceano, onde são registrados alguns dos pontos mais profundos da crosta terrestre, como a Fossa das Marianas. Sua formação está relacionada com o encontro de várias placas tectônicas, tornando essa região uma zona com forte presença de terremotos e tsunamis.

Na verdade, o Círculo de Fogo é responsável por cerca de 90% dos abalos sísmicos e de 50% dos vulcões existentes em todo o planeta. Como se sabe, os tremores de terra e os vulcanismos são provenientes do encontro e da interação entre as placas tectônicas. Observe a imagem a seguir, ela revela a localização e a distribuição das atividades sísmicas já registradas.

Como podemos notar, o Círculo de Fogo existe porque a sua área é a que mais apresenta encontros entre placas tectônicas, o que explica a sua instabilidade. Curiosamente, essas atividades geológicas atingem boa parte da área mais densamente povoada da Terra, a Ásia. Por esse motivo, muitas tragédias nessa região são registradas, como o tsunami de 2004, que atingiu a Tailândia, a Indonésia e outros países, bem como o que atingiu a costa do Japão em 2011 e provocou o acidente na Usina Nuclear de Fukushima.

Graças aos conhecimentos científicos desenvolvidos a partir dos estudos sobre essa questão, hoje é possível mapear e elencar as zonas de maior risco para a ocorrência de eventos naturais relacionados com as atividades do Anel de Fogo do Pacífico. Isso é importante no sentido de melhor alertar as populações sobre a ocorrência de tsunamis e tremores. O Japão, por exemplo, tornou-se uma referência em arquiteturas resistentes ou adaptáveis a terremotos.


Por Rodolfo F. Alves Pena
Mundo Educação/ UOL 

O Círculo de Fogo do Pacífico – também conhecido como Anel de Fogo do Pacífico – é uma zona de elevada instabilidade geológica, cuja forma possui um aspecto de curvatura em ferradura ao longo do maior oceano do mundo. Com mais de 40 mil quilômetros de extensão, ele situa-se a oeste das Américas e a leste da Ásia e da Oceania. Observe o mapa a seguir:

O Círculo de Fogo do Pacífico é formado por uma série de fossas geológicas encontrada no fundo do oceano, onde são registrados alguns dos pontos mais profundos da crosta terrestre, como a Fossa das Marianas. Sua formação está relacionada com o encontro de várias placas tectônicas, tornando essa região uma zona com forte presença de terremotos e tsunamis.

Na verdade, o Círculo de Fogo é responsável por cerca de 90% dos abalos sísmicos e de 50% dos vulcões existentes em todo o planeta. Como se sabe, os tremores de terra e os vulcanismos são provenientes do encontro e da interação entre as placas tectônicas. Observe a imagem a seguir, ela revela a localização e a distribuição das atividades sísmicas já registradas.

Como podemos notar, o Círculo de Fogo existe porque a sua área é a que mais apresenta encontros entre placas tectônicas, o que explica a sua instabilidade. Curiosamente, essas atividades geológicas atingem boa parte da área mais densamente povoada da Terra, a Ásia. Por esse motivo, muitas tragédias nessa região são registradas, como o tsunami de 2004, que atingiu a Tailândia, a Indonésia e outros países, bem como o que atingiu a costa do Japão em 2011 e provocou o acidente na Usina Nuclear de Fukushima.

Graças aos conhecimentos científicos desenvolvidos a partir dos estudos sobre essa questão, hoje é possível mapear e elencar as zonas de maior risco para a ocorrência de eventos naturais relacionados com as atividades do Anel de Fogo do Pacífico. Isso é importante no sentido de melhor alertar as populações sobre a ocorrência de tsunamis e tremores. O Japão, por exemplo, tornou-se uma referência em arquiteturas resistentes ou adaptáveis a terremotos.